São Paulo, sexta, 18 de maio de 2012.

Casos clínicos

Fetichismo em estado nascente

Minha amizade com os pais de um garotinho de quatro anos me permitiu observá-lo. Ele era filho único, o centro das atenções e objeto de afeição exagerada de ambos pai e mãe, assim como parentes e amigos. As observações que eu vou apresentar não serão novas, já que a prática psicanalítica oferece a oportunidade de reconstituir acontecimentos da primeira infância similares a esses. A única razão para apresentá-los é acrescentar às evidências por detrás do mais recente conceito de fetichismo de Freud, primeiro descrito em 1928.

Eu lhes darei um breve histórico do garotinho para que o elo entre seus sintomas e suas experiências antecedentes fique mais compreensível.

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15 de maio de 2012, às 18:27

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